Tenho tempo para mim?

Tenho tempo para mimTer uma rotina corrida faz parte da vida da maioria das mulheres. Em muitos casos, um dia cheio de tarefas no trabalho e em casa faz com que o seu bem-estar fique no final da lista de prioridades. Por isso, propomos um exercício para você. Para e pense: qual foi a última vez em que dedicou uma tarde para escutar as músicas que gosta? Quando fez uma maquiagem simplesmente para se sentir linda? Saiba que deixar de lado pequenos (e grandes) prazeres pode ser um sinal de que não está se cuidando como deveria e que talvez seja o momento de uma mudança de hábitos.

Personalidade feminina

As mulheres se dedicam naturalmente a tudo aquilo que as rodeia. Além disso, recai sobre elas a expectativa da sociedade sobre a capacidade de encarar e resolver inúmeras questões. Pressões que, pela sua intensidade, tornam a rotina feminina desafiadora. Prioriza muito a carreira, a casa e a família e, quando ver que não consegue cumprir alguns desses pontos, sente-se culpada. Hoje, a mulher é vista também como corresponsável pelo orçamento doméstico e, por isso, sai cedo de casa para trabalhar. Todos esses fatores diminuem o tempo que ela tem para si.

 Perceba os sinais do corpo

Antes de tentar abraçar o mundo, pense que a falta de momentos para si mesma pode causar alterações no organismo e até doenças. Alguns sinais dão o alerta para esses riscos. Uma mulher que se alimenta mal, por exemplo, está sujeita a desenvolver um quadro de anemia, caracterizada pela pouca quantidade de sangue ou de seus elementos no organismo. Essa doença pode gerar fadiga, palidez e indisposição para as tarefas corriqueiras. A frequência dos períodos menstruais pode ser afetada, implicando intervalos mais longos. O metabolismo torna-se mais lento, causando reflexos em todo o corpo. Isso pode até proporcionar o aumento de peso!

 Respostas do cérebro

A autoestima costuma baixar a partir do momento em que você se responsabiliza por não conseguir dar conta de todas as atividades, sejam elas profissionais, familiares ou pessoais. Sem fazer coisas que nos agradam e enriquecem como pessoa, mente e corpo se ‘atrofiam’. Se não há um conteúdo interno ou uma espiritualidade que nos movam, começamos a nos questionar sobre o sentido de continuar. Quando isso acontece, é preciso tomar cuidado para não se acomodar e cair na inércia. Se sentir que precisa de ajuda, não demore para procurar um especialista! Os diagnósticos podem identificar desde uma sensação de melancolia e angústia até uma depressão de fato, além de outros quadros como estresse e problemas hormonais.

O que fazer?

Não existe segredo para combater a falta de tempo. A questão, assim como tudo na vida, é definir as prioridades. Existem dois caminhos para escolher: um é o do medo e da culpa, no qual achamos que o erro é sempre nosso. O outro é o da confiança e do amor, em que dividimos as responsabilidades dos nossos problemas. Um bom exercício é buscar momentos de respiro na agenda para fazer aquilo que mais gosta. A autonomia devolverá a você a autoconfiança e a possibilidade de controlar os acontecimentos ao seu redor.

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